Yamaha Musical do Brasil
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Yamaha Musical do Brasil completa 35 anos no país

Música é definida, no seu estado mais puro e literal, como “arte e técnica de combinar sons de maneira agradável ao ouvido”. Para a Yamaha Musical, o termo vai muito além desse conceito. A multinacional japonesa completa 35 anos no Brasil, contribuindo no setor e trazendo novos ares para a cultura nacional.

História
A princípio, a empresa se instalou no Brasil porque, juntamente com o México, era considerado um dos países mais receptivos da América Latina. Mas esse não foi o foco inicial. A Yamaha Musical trouxe uma proposta diferente, abrindo uma escola de ensino de música. Na instituição se ensinava órgão, dando uma oportunidade real para que os participantes aprendessem o instrumento.

A idéia operava bem e os negócios iam fluindo. A empresa se desligou do Brasil por uns anos, e na década de 90 retornou ao país. Passa a ter um foco mais voltado para o mercado, trazendo produtos de áudio-profissional, baterias e, por último, os teclados.

Parceria
No processo de consolidação, a marca começou a se aproximar ao mercado brasileiro, e assim, vendo uma chance de associar esses artistas, passou a patrociná-los no esquema de edorseement – o músico utiliza os instrumentos da marca em todas suas apresentações, apontando a sua fidelidade à marca e atestando a qualidade. Um dos primeiros músicos a associar seu nome à multinacional japonesa foi Roberto Frejat, guitarrista da banda Barão Vermelho. Atualmente, mais de 30 endoorsees estão no grupo seleto da Yamaha.

Uma parceria que dá muito certo e que rende frutos até hoje é com a OSESP, grande instituição musical de São Paulo. A Yamaha Musical doou instrumentos de sopro para o coral e, mais recentemente, um piano de cauda.

Investindo em seres humanos
A corporação investe não só nos músicos, mas também em projetos educacionais. O primeiro projeto se deu através da musicalização com a flauta doce, ministrado pela japonesa Keiko Kuribayashi, que realizava seminários em lojas e escolas. E assim, com base nesta idéia, originou o Sopro Novo, programa educacional vigente da Yamaha.

O Sopro Novo, aliás, é um capítulo importante na história da empresa. Músicos e professores bastante atuantes no cenário musical brasileiro encabeçam o time de profissionais que auxiliam o programa.

Os seminários de flauta doce fazem parte do corpo do Sopro Novo – Musicalização através da flauta doce.

E os workshops de saxofone e trompete, recitais artísticos e didáticos, aulas lúdicas sobre instrumentos de sopro fazem parte do Sopro Novo bandas.

O trabalho consiste em oferecer referência didática, pedagógica, literária e instrumental a todos aqueles que trabalham ou pretendem trabalhar com música, através dos Kits são fornecidos material didático, incluindo a flauta doce, para crianças poderem ter acesso à musicalização nas suas próprias escolas ou até mesmo em ONG’s, igrejas ou qualquer outro estabelecimento que apóie a causa. Os professores são orientados pela equipe da Yamaha Musical, para que possam passar seus conhecimentos para os alunos.

SHOW YAMAHA
VENHA FESTAJAR TAMBÉM, Show de Ivan Lins & convidados: Abraham Laboriel e Ana Cañas

Primeiro órgão do Brasil pode ser visto no Museu do Imigrante

A bordo do navio Montevideo Maru, Mifuko Tachibana trazia consigo sonhos e ambições projetadas no Japão. Com apenas 16 anos, a jovem deixou seu país de origem para se aventurar junto a inúmeros conterrâneos numa terra completamente desconhecida, mas que prometia melhoria de vida.

Aportou no Brasil em julho de 1930, época que trouxe inúmeros imigrantes japoneses. A maioria deles não possuía muitos bens e vinham com o objetivo de acumular dinheiro, para ter uma vida melhor. Misuko veio com seu pai e trouxe um instrumento que muito valorizava: seu órgão.

Para obtê-lo não foi tarefa fácil. Enquanto morava no Japão, ela e o pai buscaram incessantemente pelo instrumento, tanto que foram até Tóquio para comprá-lo. Nada de encontrar. Até que um dia avistaram na Rua Motomachi, na cidade portuária de Kobe. Pai e filha entraram na loja e finalmente compraram o órgão Yamaha, que era bem caro para a época, e esta loja existe até hoje, conhecido como Yamaha Kobe Store. Só para efeito comparativo, uma professora no país ganhava 8 yens, enquanto que o instrumento custava 25 yens. Mas como o pai estava esperançoso com a vinda ao Brasil, comprou na expectativa de conseguir pagar com o acúmulo de dinheiro no ocidente.

Chegou ao Brasil com o pai e se instalou em Bastos, no interior paulista. Os anseios e esperanças iniciais foram logo por água abaixo quando aportaram em terras tupiniquins, pois tinham que trabalhar em lavouras sob condições duras e desumanas.

Diante desse quadro, quando se sentia triste, Mifuko tocava o órgão Yamaha. A marca, aliás, produzia o instrumento desde 1890 e, quando a imigrante o comprou, já existiam vários modelos.

Hoje, aos 94 anos, a japonesa, responsável pela chegada do primeiro órgão no Brasil, guarda ótimas recordações daquele tempo, apesar das dificuldades.

Para quem não sabe, o órgão Yamaha de Mifuko ainda existe e pode ser visto por qualquer um no Museu do Imigrante. É a oportunidade de ver uma peça rara praticamente intacta apesar da ação do tempo.

A Yamaha Musical teve papel fundamental na vida de Mifuko, assim como na vida de inúmeras pessoas que confiam na qualidade da multinacional japonesa e depositam seus sonhos nela.

Sucesso completo no VIII Yamaha All Stars!

Uma tonelada de alimentos foi arrecadada em show beneficente organizado pela líder mundial do mercado de instrumentos musicais

Público emocionado, artistas empolgados e grande ajuda a quem mais precisa. Assim pode ser resumida a noite do dia 1º de novembro, quando o Tom Brasil Nações Unidas recebeu mais uma edição do Yamaha All Stars.

Para assistir ao espetáculo, o público doou um quilo de alimento não perecível. E assim teve acesso a um show com artistas do porte de Zeca Baleiro, Guilherme Arantes e Detonautas. Com isso foi arrecadada cerca de uma tonelada de mantimento que foram doados para as instituições “Nefesh - Sopro de Vida”, entidade paulistana que atende que vivem em situação de risco, e o projeto “Agente” que presta assistência à comunidade carente do bairro de São Remo.

A noite começou com os músicos da Banda Yamaha, formada por alguns dos melhores sidemens do Brasil. Entre eles, os guitarristas Tuco Marcondes e Edu Letti, o baixista Chico Willcox, o baterista Pingüim, além da sempre impressionante metaleira do Funk Como Le Gusta.

Na seqüência, subiu ao palco a revelação do saxofone, Caio Mesquita – que agitou as mais de 1000 pessoas presentes. Mas a galera se incendiou completamente com as marcantes canções de Guilherme Arantes.

Numa apresentação emocionante, em que estava sozinho ao piano, Guilherme fez todos entoarem juntos grandes sucessos, como “Amanhã” e “Meu Mundo e Nada Mais”. Para completar, nada como juntar grandes nomes no palco.

Zeca Baleiro e banda se juntaram ao pianista e intérprete para mais um grande momento, em que tocaram “Deixa Chover”. Ovacionado pela platéia, Zeca continuou dali a sua apresentação, na qual executou com emoção singular canções já clássicas, como “Flor da Pele” e “Heavy Metal do Senhor”.

A noite foi finalizada com o astral lá em cima, com toda a energia alegre e musical do Detonautas Roque Clube, que fez a galera agitar muito ao som de “O Dia Que Não Terminou”, “Olhos Certos”, “Você me Faz Tão Bem” e terminando, de maneira apoteótica, com “Outro Lugar”.

Foi o arremate perfeito para todos ali, que tiveram a certeza de ter participado não apenas de um super espetáculo, mas também de algo que – certamente – irá ajudar muitas pessoas.

Yamaha Musical recebe 25 mil pessoas na Expomusic

Em 30 de setembro foi encerrada a 24ª Feira Internacional da Música, a conhecida Expomusic, nos Pavilhões Azul e Branco da Expo Center Norte. Sucesso de público, o evento superou a expectativa dos expositores e em especial da Yamaha Musical do Brasil, maior fabricante de instrumentos musicais do mundo.

A direção da multinacional japonesa estima que cerca de 25 mil pessoas visitaram o estande e puderam testar as grandes novidades da marca como os sintetizadores Motif e os arranjadores PSR 700 e 900. Além disso, a área de metais ganhou um destaque à parte. Saxofones, clarinetes, trompetes, flautas transversais foram testados à exaustão por fãs aficionados pelos instrumentos.

Durante os cinco dias de feira, os endoorsees da Yamaha demonstram toda a potencia de pianos, teclados, baixos, violões, guitarras, baterias e metais em workshops esclarecedores.

Como não poderia deixar de ser, grandes nomes da música brasileira prestigiaram o a empresa e os visitantes da feira e deram uma “palhinha”, mostrando tudo que é possível fazer com os instrumentos Yamaha. Na sexta-feira, dia 28 de setembro, a banda Detonautas tocou para uma platéia animada, sucessos como “O Dia que não terminou” e “Olhos Certos”, além de músicas inéditas.

Sábado foi a vez do Metal dominar o estande ao som da AES Dragon Guitar de Rafael Bittencourt, da banda Angra. O guitarrista tocou acompanhado dos Night Rockers, formados por Felipe Andreoli, Rodrigo Simão e Marcell Cardoso. Clássicos do Rock como Perfect Strangers, do Deep Purple e Perry Mason, de ozzy Osborne estiveram no repertório.

Fechando a feira com chave de ouro, Frejat subiu ao palco acompanhado da Coffee Breakers, formada por Fernando Nunes, Tuco Marcondes, Hugo Hori, Adriano Magoo e Kuki Stolarski. O público pôde curtir sons como Something, dos Beatles, e Tente Outra Vez, clássico de Raul Seixas – além de Por você, do próprio Frejat.

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