Fernanda Porto
Set: SLG 100n, RGX 121, APX7
Atividades: Cantora
“A Yamaha está na minha vida desde a infância. O primeiro instrumento que tive da marca foi uma flauta doce. O piano que eu tocava também era Yamaha. Depois passei a me interessar por violão, guitarra... No colegial, já pensava em ser musicista. Para conseguir entrar numa faculdade de música, resolvi desenhar um piano, com todas as teclas, sobre a carteira escolar, para conseguir estudar as partituras ao longo das aulas regulares.
Sempre gostei dos instrumentos da Yamaha porque te dão uma tranqüilidade para tocar. E o legal de ser um endoorsee é que você acaba conhecendo outros artistas nos eventos, além de ter a oportunidade de participar do All Star, cuja renda é revertida para instituições de caridade”.
No jardim de infância no Colégio Santa Marcelina, em São Paulo, tem as suas primeiras aulas de flauta doce. A curiosidade em relação à música é aguçada depois de escolhida pela professora Nicole para representar a classe numa gravação.
Entra para a Faculdade de Música Santa Marcelina, no curso intitulado Bacharelado em Piano. Mas percebe que o seu interesse pelo piano erudito era parcial e se transfere para o curso de Composição e Regência. A professora de Harmonia e diretora do curso de música, Laura Abraão, decide encaminhá-la para as aulas de H.J. Koellreutter, de quem era assistente. O curso era para os alunos do quarto e não do primeiro ano, mas Koellreutter abre uma exceção para Fernanda.
Monta a primeira banda de música popular na faculdade. Ao mesmo tempo, prossegue com os estudos de canto lírico. Nas aulas com Leila Farah aprende a desenvolver as potencialidades da voz de soprano ligeiro.
Realiza a sua primeira série de shows no circuito cultural de São Paulo, passando por casas como as extintas Madame Satã e Espaço Off, Centro Cultural São Paulo, Sesc Pompéia e Consolação. Os shows se apóiam em repertório autoral.
Compõe a trilha sonora do filme Desterro, de Eduardo Paredes, e recebe o prêmio de melhor trilha sonora no Festival de Cinema do Maranhão.
Realiza shows em que mescla repertório próprio com canções do pop brasileiro (Titãs, Cazuza, Rita Lee) e da MPB (Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil).
Participa do projeto Conexão MIDI, no Sesc Consolação, em torno de compositores envolvidos com música e computador. Entre os participantes, Mitar Subotic, o Suba, acaba também se revelando como uma das pioneiras da música eletrônica no Brasil. No mesmo ano, compõe a trilha sonora e canta no filme 1999, de Toni Venturi. O tema original irá integrar mais tarde o seu primeiro CD, Fernanda Porto (2002).
Após ter sido procurada por várias gravadoras da Europa, lança pela gravadora Trama o seu primeiro CD, intitulado Fernanda Porto. Recebe os prêmios Noite Ilustrada (melhor CD eletrônico) e Qualidade Brasil 2002 (melhor CD nacional).
As músicas Tudo de Bom (Fernanda Porto/Lina de Albuquerque) e Amor Errado (Fernanda Porto/Edu Ruiz) viram hits nas rádios.
Faz uma segunda turnê para lançar Fernanda Porto na Inglaterra, Suíça, Bélgica, Itália, França, Espanha, Holanda, Alemanha, Áustria e Portugal. É indicada ao Grammy Latino na categoria Best New Artist. Revelação.
Em 2006 faz uma nova turnê em Portugal e grava no Tom Brasil o seu primeiro DVD/CD, Fernanda Porto ao Vivo.